Fome emocional. Eis a verdadeira vilã no seu emagrecimento.

Você sabe diferenciar a fome real da fome emocional?

            Pois bem, fome real é aquela que te traz sintomas físicos, como tontura, leve dor de cabeça, tremedeira, além de trazer alguns sintomas emocionais: irritabilidade, mau humor…

Já a fome emocional é aquela em que você come sem ter a necessidade física de se alimentar, ou seja, você já está alimentado (a), mas ainda assim, busca na comida um refúgio para compensar a angústia, o stress, a ansiedade ou qualquer outra emoção desconfortável.

            Exatamente por isso que ela é perigosa. Quando você come por impulso, de maneira compulsiva, você está usando a comida como válvula de escape.

            Se vez ou outra você praticar esse comportamento, tudo bem. O problema é você usar todas as suas emoções desconfortáveis na comida. Sem dúvida nenhuma, você receberá a conta: aumento de peso, baixa autoestima, mais angústias, mais chances de voltar a comer as emoções.

            Para tratar desse problema pela raiz, você precisa dar o comando ao seu cérebro. Por que é importante para você conseguir dominar esse comportamento? Onde você quer chegar com o autocontrole da fome emocional? Sim. Se você não tiver as respostas para essas perguntas na ponta da língua, dificilmente você irá conseguir dominar o comportamento impulsivo. Por isso, presta atenção: você precisa aprender a treinar seu cérebro para emagrecer seu corpo.

            Diferente, será sempre vítima da fome emocional e consequentemente, do efeito sanfona.

            A neurociência vem estudando há tempos a relação entre obesidade e o cérebro humano. O que se sabe e já está comprovado é que a obesidade é um descontrole mental. Enquanto negligenciar esse pilar, seus resultados dificilmente serão alcançados ou mantidos.

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